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Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

VALENÇA LINS DAREL

Darel, Valença Lins (1924-1984) ARTISTA PLÁSTICO
Darel Valença Lins nasceu em Palmares (1934)
Cidade (1960);
Pin-Up em Verde (1979).


Aos 13 anos, trabalhou como aprendiz de desenho de máquinas na Usina Catente, na Mata Sul. Estudou na Escola de Belas Artes no Recife, entre os anos de
1941 a 1942. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1945. Em 1947 estudou gravura em metal com Henrique Oswald no Liceu de Artes e Ofícios. Realizou a primeira exposição individual em 1949, na Biblioteca Nacional

publicado por LUCIANO às 20:35
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

MILTON DACOSTA

RODA DE MILTON DACOSTA
Dacosta, Milton (1915-1988) ARTISTA PLÁSTICO

Sobre Fundo Negro (1954-1955);
Em Vermelho (1958);
Figura (1967).
publicado por LUCIANO às 20:31
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

WALDEMAR CORDEIRO

Cordeiro, Waldemar (1925-1973)

Movimento (1951);
Dólar (1966);
Auto-Retrato Probabilístico (1969).

Waldemar Cordeiro nasceu na Itália, em 1925 e iniciou sua formação artística na Escola de Belas Artes de Roma. Cursou também gravura na Escola de São Giácomo e estudou com o pintor De Simone. Veio para o Brasil em 1946, instalando-se em São Paulo. Inicia seu trabalho como jornalista, produzindo críticas de arte e desenhando caricaturas para o diário latino, publicado em italiano. É contratado pela Empresa Folha da Manhã para fazer reportagens políticas e ilustrações. "O trajeto de Cordeiro é claro: uma aventura da razão. Os quadros, antes de mais nada, eram o suporte da investigação e da reflexão sobre a arte e seu lugar nas sociedades urbano-industriais. A visão política da cultura marca sua perspectiva crítica da arte e a dimensão predominantemente ética de suas propostas", aponta Anna Maria Belluzzo no seu texto "Waldemar Cordeiro, uma aventura da razão". Em 1947 conhece os artistas Luis Sacilotto, Geraldo de Barros e Lothar Charoux, que participavam da exposição 19 Pintores, na Galeria Prestes Maia, em São Paulo. Participa da fundação da filial paulista do Art Club, em 1949. Três anos depois, funda o Grupo Ruptura, ao lado de Geraldo de Barros, Luís Sacilotto e outros artistas. "Waldemar Cordeiro foi um artista de amplos interesses, dedicado não somente à prática artística como também à teoria e à crítica de arte, que atuou na cidade de São Paulo entre o final da década de 1940 e início de 1970. Por sua origem, formação e convicções ideológicas, Cordeiro materializa a figura do artista culto, politizado, essencialmente urbano, de verve cosmopolita e que pensa a arte inserida no âmago de uma sociedade industrial", explica Helouise Costa, curadora da exposição Waldemar e a Fotografia, parte do projeto Arte Concreta Paulista. "Sempre preocupado com a fundamentação teórica de seu trabalho, Cordeiro mantêm-se atualizado em relação ao pensamento crítico de sua época, aderindo e renegando princípios, que ele conjuga a alguns referenciais teóricos essenciais, aos quais permaneceria fiel ao longo de toda a sua atividade artística", completa em seu texto. Waldemar integra, em 1956, o Movimento Concreto paulista e conhece os poetas Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos. Foi presidente da União dos Artistas Plásticos de São Paulo, em 1957. Em meados da década de 60, influenciado pela pop art, cria seus popcretos, como os denomina Augusto de Campos. "Os trabalhos popcretos continham um processo de objetivação da realidade do momento, mediante a apresentação das coisas. Porém a análise dessa produção coloca em evidência aplicação de princípios construtivos à linguagem do cotidiano. Se este cotidiano, pressuposto como realidade, exigiu de Cordeiro soluções 'combativas', ele entretanto tem sempre em mente uma nova abordagem da arte concreta, não se despojando de sua formação construtivista", explica Daisy Valle Machado Peccinini de Alvarado em sua tese de douturado Novas figurações, novo realismo e nova objetividade: Brasil anos 60. Nesse período, afasta-se da ortodoxia concretista. Trabalha com objetos mecânicos, como na obra Beijo, e, em 1970, introduz no Brasil o uso do computador nas artes visuais, realizando as primeiras pesquisas em plotagem. "A arte moderna, depois de um período sintático (relação formal entre signos) e de um período - mais recente - pragmático (relação dos signos com o intérprete), inaugura um período semântico (relação do signo com as coisas). A montagem compõe vários fragmentos, ou vários quadros de diferentes tendências num só quadro. É esta mais uma expressão do antidogmatismo, do antiestilo da arte moderna: arte aberta. A nova figuração escolheu aqui como tema a própria arte contemporânea", disse certa vez Waldemar Cordeiro. Ainda em 1970, torna-se professor na Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo, onde dirige o Centro de Processamento de Imagens do Instituto de Artes. Em 1972, realiza em São Paulo a mostra Arteônica - O Uso Criativo dos Meios Eletrônicos em Arte e foi membro da Computers Art Society de Londres. Waldemar Cordeiro faleceu no dia 30 de junho de 1973. Fernanda Lopes Fotógrafo e pintor, o artista plástico Geraldo de Barros nasceu em Xavantes, (São Paulo), em 1923. Nos anos de 1945/47, estudou com Clóvis Graciano, Colette Pujol e Takaoka. Em 1947 funda, juntamente com Ataíde de Barros, Antônio Corelli, Takaoka e outros o Grupo dos 15. "Geraldo de Barros, o pintor figurativo de tons e desenho realçado do Grupo dos 15, fez em 1948, nos livros de arte, a descoberta de Paul Klee (1879-1940), o que o levou a abeirar-se do mundo interior do mestre suíço-alemão. Este futuro membro do Grupo Concreto logo se peculiarizaria pela utilização de diferenciados canais expressivos: pintura, monotipia, gravura e fotografia. Por esta última é que se fez sua passagem da figuração para a abstração", explica Walter Zanini no livro História geral da arte no Brasil organizado por ele. Organizou o Laboratório de Fotografia do Museu de Arte de São Paulo (MASP), em 1949. No ano seguinte, expôs Fotoformas (fotografias) no MASP. Ganhou bolsa do governo francês, em 1951 e viajou para Paris, onde estudou litogravura na Escola de Belas-Artes e gravura no ateliê de Hayter. Conheceu Max Bill na escola de Ulm, Alemanha. Em 1952, em São Paulo, participa da fundação do Grupo Ruptura, ao lado de Waldemar Cordeiro, Luiz Sacilotto, Charoux, entre outros. A partir de 1954, desempenha importante papel na área do desenho industrial e da comunicação visual: funda a Cooperativa Unilabor e a Hobjeto Móveis, dedicadas à produção de móveis, e a Form-Inform, responsável pela criação de marcas e de logotipos. No ano de 1956 expôs na XXVII Bienal de Veneza, recebendo o Prêmio Aquisição. Participou da I Exposição Nacional de Arte Concreta no Museu de Arte Moderna de São Paulo (não participando da versão da exposição no Rio de Janeiro). Em 1960 participou da Mostra Arte Concreta - 50 Anos de Desenvolvimento, na Sociedade de Arte de Zurique, Suíça. Em 1966, participa da criação do Grupo Rex, que introduziu em São Paulo exposições de rua, com Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, Carlos Fajardo, Frederico Nasser e José Resende. Em 1977, expôs 12 anos de Pintura 1964-1976 no MASP. Em 1984, participou da exposição Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras, concebida pela Fundação Bienal de São Paulo. Em 1990, expôs Jogo de Dados, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. No ano de 1993 realizou uma retrospectiva de seus trabalhos na Casa das Rosas (São Paulo). Participou da Bienal Brasil Século XX e da exposição Tendências Construtivas no Acervo do MAC - USP. Participou da I (Prêmio Aquisição), II (Prêmio Aquisição), organizador da sala Fotografias; XI, XV (Sala Especial em Homenagem a Premiados das Bienais Anteriores) e XXI Bienais de São Paulo. Geraldo de Barros faleceu dia 17 de abril de 1998, aos 75.
publicado por LUCIANO às 20:27
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

LEDA CATUNDA

Catunda, Leda (1961-) Artista Plástica

Chica a Gata e Jonas o Gato (1985);
Ronda Noturna (1988).

A artista Leda Catunda, 42, que participou da 18ª e 22ª Bienais, exibe suas obras na mostra "Paralela", de 6 de outubro a 19 de novembro. Em depoimento ao UOL, a artista falou sobre essa inicativa de galerias e artistas de fazer uma mostra de arte contemporânea nacional durante a Bienal de São Paulo, e sobre sua carreira.
publicado por LUCIANO às 20:25
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

WILLYS DE CASTRO

Castro, Willys de (1926-1988) Artista Plástico

Composição VI: Distribuição Rítmica sobre um Sistema Modulado (1953);
Objeto Ativo 1-1 (1962).







Willys de Castro
(Brasileño, 1926 - 1999)
Pintura [Painting]
1957
Oleo sobre tela
copyright Willys de Castro
La Colección Adolpho
Leirner de Brazilian
Constructive Art, compra
del museo con fondos
proporcionados por the
Caroline Wiess Law
Accessions Endowment Fund
2006.46

publicado por LUCIANO às 14:51
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

GIOVANNI B. CASTAGNETO

Castagneto, Giovanni B. (1851-1900) Artista Plástico

Praia de Santa Luzia (1884);
Marinha com Barco (1895);
Paisagem com Barco ao Seco (1895).
publicado por LUCIANO às 14:47
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

SÉRGIO DE CAMARGO

Camargo, Sérgio de (1930-1990) Artista Plástico

Relevo nº 182 (1967);
Relevo nº 193 (1968);
Opus 576 (1985).




Escultor brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, especialista em construções abstratas de alto poder de sugestão, envolvendo peças como cilindros, cones e esferas em madeira cortada, polida e pintada de branco, ou em mármore de Carrara. Estudou na Academia Altamira, de Buenos Aires, com Lucio Fontana e Emilio Petorutti e, já na Europa (1948), com escultores como Brancusi e Jean Arp.

Morando em Paris (1961-1974), assistiu aulas de Pierre Francastel como ouvinte na École Pratique des Hautes Études, e tornou-se amigo de Mira Schendel e Lygia Clark. Começou a fazer sucesso pela Europa e recebeu o Prêmio Internacional de Escultura na Bienal de Paris (1963), participou das Bienais de São Paulo (1965), onde recebe Prêmio de Melhor Escultor Nacional, sendo escolhido para representar o Brasil (1966), na XXIII Bienal de Veneza. Também foi destaque em Medellín (1970) e Carrara (1973) e voltou definitivamente ao Brasil (1974).

Nesta década trocou os cilindros de madeira pela construção de superfícies moduladas com paralelepípedos truncados, para serem vistas, como os muros, pelos dois lados. O maior desses muros, medindo 25 x 3,5 x 1m, foi montado em concreto no palácio Itamarati, em Brasília. Considerado o escultor mais importante no Brasil no século XX e mundialmente ao lado de Henry Moore os dois maiores, morreu no Rio de Janeiro, RJ.

publicado por LUCIANO às 14:30
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

JOÃO CÂMARA

Câmara, João (1944) Artista Plástico

Vietnose (1966);
Efusivos e Saudosos (1975).
publicado por LUCIANO às 14:27
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

FRANCISCO BRENNAND

Brennand, Francisco (1927-) Artista Plástico

Os Pássaros (1990);
Inês de Castro (1994).

Escultor, artista plástico e artesão, ele é o maior artista vivo do País. Fez seu primeiro painel em cerâmica em 1954, em 1961 pintou um mural para o Colégio Anchieta, Itanhaém - São Paulo. Não se adaptou à Paris, e volta ao Brasil.

Nascia em 11 de junho de 1927, em Recife - Pernambuco, Francisco de Paula de Almeida Brennand, filho de Ricardo Monteiro Brennand e Olímpia Padilha Nunes Coimbra. Vai morar no Rio de Janeiro, em 1937, e ingressa no Colégio Aldridge - Praia de Botafogo-, e no ano seguinte, no Colégio São Vicente de Paula, em Petrópolis -RJ, como interno. Retorna ao Recife em 1939, e após concluir o curso ginasial [ensino fundamental] vai trabalhar na Cerâmica São João, como aluno informal do escultor Abelardo da Hora . Seu talento para caricaturas foi detectado desde cedo ao retratar seus professores e colegas. Em 1945, Ariano Suassuna, então um colega de classe, o convida para ilustrar os poemas que ele publicava no Jornal Literário do colégio, por ele organizado. Conhece o pintor Álvaro Amorim, restaurador e pintor, que começa a orientá-lo. Seu pai, Ricardo Brennand, convida diversos artistas para pintar a paisagem natural do engenho São João, entre eles, Álvaro Amorim, Balthazar da Câmara, Mário Nunes e Murilo La Greca. Francisco acompanha os trabalhos e começa a pintar paisagens. Estuda pintura com Murilo La Greca, mas seu primeiro trabalho foi em escultura, "Cabeça de Deborah", em barro. No ano de 1947 foi ganhador do prêmio de pintura do Salão de Arte do Museu do estado de Pernambuco, cuja pintura tinha como inspiração uma paisagem do engenho São João, denominada de " Segunda visão da terra". No ano seguinte, novamente recebe o primeiro prêmio e menção honrosa por seu autoretrato posando como Cardeal inquisidor, Dom Fernando Nino de Guevara, de El Greco.

publicado por LUCIANO às 14:21
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

MARIA BONOMI

Bonomi, Maria (1935-) Artista Plástica

Xilogravura I (1953);
Antiprojeto (1966).

Nascida em Meina, na Itália, de mãe brasileira e pai italiano, ela se naturalizou brasileira. A partir de seu país de adoção, consolidou uma carreira de renome internacional, que se revela na pintura, na gravura, na escultura, na cenografia e em várias outras manifestações artísticas. Tendo iniciado sua formação, por sugestão de Lasar Segall, com Yolanda Mohalyi, Karl Plattner e Lívio Abramo, no começo da década de 50, hoje Maria Bonomi possui obras nos principais museus do mundo e coleciona numerosos prêmios nacionais e internacionais.
publicado por LUCIANO às 12:41
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

ALDO BONADEI

Bonadei, Aldo (1906-1974) Artista Plástico

Fundo de Quintal (1944);
Paisagem (1964).
publicado por LUCIANO às 12:38
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

RODOLFO BERNADELLI

Estátua feita pelo escultor Rodolfo Bernardelli.
Bernardelli, Rodolfo (1857-1936) Artista Plástico

Moema (1895);
Cristo e a Adúltera (1878-1879).
publicado por LUCIANO às 12:34
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

HÉRCULES BARSOTTI

Barsotti, Hércules (1914-) Artista Plástico

Preto, Branco, Preto (1960);
Impulso Central (1964)

Hércules Rubens Barsotti (São Paulo, 1914), pintor, desenhista, programador visual e gravador. Começou estudando desenho e composição sob a tutela do pintor Enrico Vio. Graduado em química industrial pela Faculdade Mackenzie, iniciou seu trabalho plástico no início da década de 40. Dez anos depois de seu início na pintura, passou a interessar-se e produzir obras geométricas não-figurativas ao mesmo tempo em que trabalhou como desenhista têxtil e desenhista de figurinos para teatro (peça Mimodrama apresentada no Teatro Cultura Artística). Foi integrante da Associação Brasileira de Desenhistas Industriais. Em 1954, fundou com Willys de Castro, o Estúdio de Projetos Gráficos, onde elaboraram imagens ilustradas para alguns periódicos e desenvolveram, em sua própria tecelagem, estampas de tecidos. Foi para a Europa com o intuito de estudar novas tendências e aprimorar suas técnicas. Lá conheceu Max Bill, na época, um dos maiores teóricos da arte concreta.
publicado por LUCIANO às 12:29
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

GERALDO DE BARROS

Barros, Geraldo de (1923-1998) Artista Plástico

Pássaros Noturnos (1951);
Objeto Forma (1953); Tríptico (1986).

Nasceu na cidade de Xavantes (SP), em 1923. Aos 23 anos começou a estudar desenho e pintura com o pintor Clóvis Graciano e, em seguida, com o artista Takaoka. Em 1948 participou com outros artistas do Grupo XV, no qual exercitou a pintura de influência expressionista. Por essa época adquiriu uma câmera Rolleiflex 1939 e começou a descobrir as possibilidades expressivas da fotografia.
Em 1949 ingressou no Foto Cine Clube Bandeirante. Suas pesquisas formais chocaram os integrantes do Bandeirante, que ainda cultivavam a corrente pictórica. No mesmo ano foi convidado por Pietro Maria Bardi para organizar o laboratório fotográfico do Masp, recém inaugurado. No mesmo lugar, um ano depois, expôs a série "Fotoformas". A repercussão do trabalho o fez ganhar uma bolsa para estudar na Europa, onde decidiu retomar suas pesquisas com o desenho e a pintura, deixando a fotografia de lado.
Em 1952, de volta ao Brasil, participou da criação do movimento Ruptura, marco do início da arte concreta no Brasil. A aplicação de seus estudos da forma em novas estruturas o levou, em 1964, a fundar a loja de móveis Hobjeto, pela qual arrebatou diversos prêmios como designer.
Apenas em 1979 Barros retomou o contato com a fotografia. Após sofrer a primeira de quatro isquemias cerebrais que o fizeram perder parte dos movimentos, reencontra fotografias suas feitas nas décadas de 40 e 50 e passa a realizar a série "Sobras", intervindo sobre as cópias com recortes para criar diversos tipos de colagens. "Sobras" foi o projeto que o manteve estimulado até sua morte, em abril de 1998.
publicado por LUCIANO às 12:26
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

FABIANA DE BARROS

Barros, Fabiana de (1957-) Artista Plástica

7/R3 – Instalação das Torres (1989);
Allerretour (1996).
publicado por LUCIANO às 12:22
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

LUÍS PAULO BARAVELLI

Baravelli, Luís Paulo (1942-) Artista Plástico

A Ilha (1973);
Belina Azul a Álcool (1983);
Primeiras Considerações sobre o Espaço/Tempo (1987).

Nascido em São Paulo, em 1942, estudou pintura e desenho na Fundação Armando Álvares Penteado, FAAP-SP, dos dezoito aos vinte anos. Dois anos depois ingressou no curso de arquitetura na Universidade de São Paulo e, simultaneamente, começou a estudar pintura e desenho com Wesley Duke Lee. Nesse período, começou a trabalhar com modelo ao vivo, método que mantém até hoje. Fez sua primeira exposição coletiva em 1971, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. No ano seguinte já participou com sala especial na exposição Brasil Plástica 72, na Fundação Bienal de São Paulo, quando recebeu o Prêmio Aquisição. Segue-se uma série de prêmios, entre os quais o de Melhor Pintor de 1982 e 1992, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Fez várias exposições internacionais, podendo-se destacar a de 1984, quando participou da XLI Bienal de Veneza; e a de 1985, exposição individual no Hara Museum of Contemporaly Art, em Tóquio.

Segundo o crítico de arte Roberto Pontual, "Baravelli situa-se como pesquisador de múltiplas técnicas e materiais, desde o desenho e a pintura até a escultura e objeto, desde o ferro e a madeira até o acrílico e a fórmica. Ao mesmo tempo introspectivo e crítico, sua obra se desenvolve como anotação e transfiguração constantes, a nível quase de diário autobiográfico."

Sua última exposição em São Paulo, inaugurada na galeria Nara Roesler, em 13 de agosto de 1996, intitulada Série Branca, teve grande repercussão. Ao falar desse seu trabalho, Baravelli diz: "O fundo branco raramente é figurativo, no sentido de representar objetos brancos; é mais neutro mas multidimensional, onde a ação se passa; estas pinturas são narrações, representação de cenas. As figuras tem o mesmo papel do espectador: olham."

publicado por LUCIANO às 06:20
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

FRIDA BARANEK

Baranek, Frida (1961-) Artista Plástico

Bolo (1990);
Sem Título (1990).

eboren in Rio de Janeiro
1978-83 Studium der Architektur an der Universidade Santa Ursula in Rio
1982-84 Museu de Arte Moderna und der Escola de Artes Visuais in Rio
1984-85 Parsons School of Design in New York (Master's Program)
Zwischen 1988-91 lebte sie in São Paulo, 1991-98 in Paris, 1998-2002 in Berlin; seither in New York.
Frida Baranek war Stipendiatin der Island Press, Washington University, St. Louis, USA (1992/2003)
Gastkünstlerin am Pusan International Contemporary Art Festival in Korea (1998);
sie war als Professorin für Skulptur an der Internationalen Sommerakademie Salzburg (1992, 2002, 2004 and 2006) tätig


publicado por LUCIANO às 06:16
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

MACIEJ ANTONI BABINSKI

Babinski, Maciej Antoni (1931-) Artista Plástico

Mulheres (1963);
Gravura X (1967).

Maciej Antoni Babinski, 74 anos, polonês naturalizado brasileiro, radicado, desde 1992, em Várzea Alegre, e José Stênio Burgos de Macedo, 51 anos, arquiteto, natural de Crateús, com ateliê em Icaraí de Amontada.

- Maciej Antoni Babinski nasceu em Varsóvia, Polônia, em 1931;
- Secundário no Ampleforth College, Yorkshire, Inglaterra.
1949- Estudou com John Lyman na Universidade Mc. Gill, Montreal, Canadá.
1950- Estudou Gravura com Eldon Grier e Desenho com Goodrich Roberts na Montreal Art Association, em Montreal, Canadá.
1953- Fixa residência no Rio de Janeiro, dia 6 de agosto, sendo cidadão brasileiro a partir de 1959.
1965- Professor assistente no ICA, UNB, Brasília.
1967- Professor de Artes Plásticas no Ginásio Vocacional do Brooklin Paulista, São Paulo.
1970- Professor de Artes Plásticas na Escola Graduada, São Paulo.
1979- Professor de Artes Plásticas na Universidade Federal de Uberlândia, MG, até 1987.
1988- Professor reintegrado no IDA/VIS da UNB, Brasília, DF, até 1991.
1991- Passou a residir no Ceará, fixando residência em Várzea Alegre.

publicado por LUCIANO às 06:13
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

EMANOEL ARAÚJO

Araújo, Emanoel (1940-) Artista Plástico

Mulheres e Gatos (1964);
Fálico Exu (1987).

O artista plástico e ex-diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, vem se dedicando há mais de 20 anos à recuperação da arte do negro no Brasil. Para ele, a recuperação não apenas da arte, mas da história e da cultura dos negros no Brasil, é fundamental para uma reelaboração da auto-estima desse grupo e para a construção de sua identidade sobre moldes diferentes dos impostos por uma sociedade que o escravizou. Emanoel Araújo, em entrevista concedida à revista ComCiência, argumentou sobre essa necessidade e afirmou que calcar a contribuição afro-brasileira na cultura, nos estereótipos da "mulata" e do "jogador de futebol" é uma opção marcada pela forma mais perigosa de preconceito.
publicado por LUCIANO às 06:09
Quarta-feira, 19 DE Março DE 2008

RODOLFO AMOEDO

Amoedo, Rodolfo (1857-1941) Artista Plàstico

Marabá (1882);
O Último Tamoio (1883).
publicado por LUCIANO às 06:07

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