GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ


Escritor colombiano (6/3/1928-). Prêmio Nobel de Literatura de 1982, é o principal representante do realismo fantástico na literatura latino-americana. Nasce em Arataca e estuda em Bogotá. Trabalha como jornalista na Europa antes de estrear na literatura, em 1955, com o romance La Hojarasca, ambientado na cidade imaginária de Macondo. No mesmo lugar, desenvolve-se a trama de A Má Hora (1962) e Cem Anos de Solidão (1967), um retrato das convulsões sociais na América Latina. Entre seus romances e contos estão Diário de um Náufrago (1971), A Incrível e Triste História de Cândida Erêndida e Sua Avó Desalmada (1972), Crônica de uma Morte Anunciada (1981) e O Amor nos Tempos do Cólera (1985). Em 1996, lança Notícias de um Seqüestro, em que mostra o peso do narcotráfico na Colômbia. O livro conta a história do seqüestro do editor-chefe do jornal El Tiempo, comandado em 1990 pelo então todo-poderoso traficante Pablo Escobar. Mora atualmente no México e diz que só voltará a seu país quando os cartéis da droga deixarem de ser um poder paralelo ao governo. Em julho de 2000, viaja de Havana a Caracas com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Durante a conversa-entrevista, publicada no jornal francês Le Monde, Márquez afirma não reconhecer em Chávez o déspota descrito pelos meios de comunicação. Em 2002, publica o primeiro volume de suas memórias, Viver para Contar, lançado no Brasil no ano seguinte. Em 2004 lança o romance Memórias de Minhas Putas Tristes.



publicado por LUCIANO às 20:37